Município: construção de novo cemitério esbarra na dificuldade de encontrar espaço disponível

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Município: construção de novo cemitério esbarra na dificuldade de encontrar espaço disponível

Da Redação



Em 2 de novembro de 1875 Rio Claro inaugurava o Cemitério Municipal, mais tarde, em 10 de agosto de 1955, batizado de São João Batista, através da Lei Municipal nº 370, promulgada pelo prefeito Fausto Santomauro. Ele nasceu para substituir o cemitério velho, que estava superlotado. Agora, quase 134 anos depois, o município está em busca de um espaço para construir um novo cemitério.

O "velho" São João Batista está superlotado. Segundo o coordenador-administrador do local, Valdeci Aparecido Stanfoca, não há mais túmulos para venda. As únicas vagas disponíveis para sepultamentos são as gavetas das quadras A e C, chamadas de geral. Mesmo assim, elas funcionam em forma de empréstimo por um período de três anos para adulto e dois anos para criança ou membros. Passado esse tempo, os familiares têm que retirar os restos mortais do sepultado e desocupar o espaço.

Por conta disso, a administração municipal tem projeto para a construção de um novo cemitério. Segundo Stanfoca, a maior dificuldade encontrada até agora é localizar uma área que possa receber o cemitério. Isso porque, explica, o solo de Rio Claro tem muito lençol freático, o que inviabiliza a construção.

Stanfoca conta que todas as áreas previamente selecionadas pela prefeitura foram barradas pelos órgãos ligados ao meio ambiente. Ele lembra que o setor tem uma série de critérios que precisam ser seguidos, como distância de rios, nascentes etc.

Outro fator de impasse salientado pelo coordenador é o tamanho. Conforme ele, o espaço precisa comportar um cemitério com uma vida útil mínima de pelo menos 20 anos. Enquanto isso não acontece, Stanfoca informa que a geral do São João Batista será ampliada em mais 50 gavetas. A previsão é de que a obra tenha início no começo de 2010.
 

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