Sex, 31 de Julho de 2009 04:11
Muitos sabem que há estudos sobre a constituição e o funcionamento do cérebro (ainda há muitos mistérios a desvendar!), desenvolvimento da percepção visual e que tudo se engloba e tem ligação com o simples ato de ver. Com esta atividade interessante pode se comprovar o quanto nosso cérebro possui a capacidade de internalizar estruturas adquiridas pelo treino e estudo (input) através da visão, desde que começamos a falar e mais propriamente quando estamos na escola. Quando lemos muitas vezes não nos damos conta que nossa visão já é automática. Belo exercício mental e visual para você, divirta-se!! Exercícios para cérebros enferrujados
Não deixe de ler. De aorcdo com uma peqsiusa
de uma uinrvesriddae ignlsea,
não ipomtra em qaul odrem as
Lteras de uma plravaa etãso,
a úncia csioa iprotmatne é que
a piremria e útmlia Lteras etejasm
no lgaur crteo. O rseto pdoe ser
uma bçguana ttaol, que vcoê
anida pdoe ler sem pobrlmea.
Itso é poqrue nós não lmeos
cdaa Ltera isladoa, mas a plravaa
cmoo um tdoo. Sohw de bloa.
Qui, 30 de Julho de 2009 11:12
No dia de ontem, 29/07/2009, às 16:45h, foi feita uma reunião na Secretaria Municipal da Educação, juntamente com as diretoras das Escolas Municipais, dirigentes de creches e assistentes sociais de Rio Claro e foi decidido pela atual secretaria que o vírus H1N1 (gripe Suína) é um fator de risco e por este motivo a cidade fechará as portas das Escolas Municipais de Ensino Infantil (Prés) e Ensino Fundamental (1ª a 8ª séries), mas manterá o funcionamento das Creches e Projetos. Mas o que chamou bastante a atenção é que, os professores das Creches e Projetos foram dispensados das mesmas, deixando as crianças da primeira infância (de 0 a 2 anos), que são as mais atingidos pelo vírus, no cuidado apenas dos funcionários das Unidades Escolares (monitoras, direção, auxiliares, etc). O que intriga é saber: qual o motivo das professoras serem mais vulneráveis ao vírus do que as crianças e funcionários? Será que o H1N1 tem preferência por Certificados? Ou simplesmente há um protecionismo ao professor, dando, inclusive, mais valor ao profissional do que à criança? Afinal, em meus simples pensamentos, o professor infantil só existe porque existe alunos infantis. Talvez a Educação de Rio Claro devesse rever suas decisões e valorizar, antes do professor, o instrumento mais precioso do seu trabalho que são as crianças.
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Qua, 29 de Julho de 2009 18:10
A tutela jurídica tem como objeto de estudo não somente os elementos constitutivos do meio ambiente. O Direito visa resguardar a qualidade do meio ambiente, em função da qualidade de vida. Pode-se proferir que há dois objetos de tutela, no caso: em função da qualidade do meio ambiente e outro em função a qualidade de vida. Também existem dois objetos de tutela, no caso: que é saúde, o bem estar e a segurança da população, que vem resumindo a expressão “qualidade de vida”. A Constituição Federal do Brasil declara que “todos tem direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado”. Neste caso o objeto do direito de todos não é o meio ambiente em si, não é qualquer meio ambiente. O que é objeto do direito e o meio ambiente qualificado. Todo cidadão tem o direito a qualidade satisfatória, o equilíbrio ecológico do meio ambiente. Esta qualidade se transformou em um bem jurídico. Isso é definido pela Constituição como bem de uso comum do povo e essencial a sadia qualidade de vida. Essas especificações, de um modo geral, expressa que os atributos do meio ambiente não podem ser apropriados pela iniciativa privada, mesmo quando seus elementos constitutivos pertençam a particulares. Paulo Affonso Leme Machado, autor do Livro Direito Ambiental Brasileiro, esclarece os dizeres acima: Significa que o proprietário, seja pessoa publica ou particular, não pode dispor da qualidade do meio ambiente a seu bel-prazer, por que ela não integra sua disponibilidade. Veremos, no entanto, que há elementos físicos do meio ambiente que também não são suscetíveis de apropriação privada, como o ar e água, que são, já por si, bens de uso comum do povo. Por isso, como a qualidade ambiental, não são bens públicos, nem particulares. São bens de interesse público, dotados d e um regime jurídico especial, enquanto essenciais à sadia qualidade de vida e vinculados, assim, a um fim de interesse coletivo.
Qua, 29 de Julho de 2009 00:48
Na meninice havia o problema do sapato, era muito mais gostoso andar descalço, mas o pé ficava grande e aí não havia sapato que service. A mãe gritava e obrigava o uso do sapato, entretanto só conseguia êxito quando era absolutamente necessario o uso mesmo, do sapato, e a criança sempre conseguia dar um jeito para se ver livre do mesmo. O tempo passou o pé se acostumou mas sempre que se chega em casa a primeira coisa a fazer é tirar o sapato, que alivio, andar descalço então é divino, produz curas impossíveis, chega-se então à conclusão que o sapato poderia ser definitivamente descartado mas quem tem coragem de andar descalço hoje em dia, principalmenmte na cidade, quem?.Só se for louco. Sabemos que ha bitucas, cusparadas, cacos, etc., aí então volta o velho sapato nos pés. Um paralelo é a politica, com ela doi, sem ela corre-se o risco de sair por aí pisando em cacos,etc., devemos então prestar atenção onde se pisa e hora certa de se usar. Na religião acontece a mesma coisa, são um número muito grande de denominações que prometem salvar a todos e poucas são sérias com pessoas que tem estudo e que tem bons sentimentos.Observem que no nosso legislativo municipal alguns gritam, com certesa estão com o sapato apertado, quando deveriam chegar la e tirar os sapatos e seriam mais educados e mais inteligentes. No dia a dia na rua o que se observa é a mesma coisa, todos querem andar descalço mas falta coragem só fazendo isso quando se encontra um grande amigo e se tem tempo para bater papo, aí então senta-se na grama do jardim, tira-se o sapato e o papo corre solto. Parece uma loucura todo esse escrito mas não é, precisamos prestar atenção, não usar o sapato que doi, correr de vez em quando o risco de andar sem sapatos e seremos mais felizes, acreditaremos mais no ser humano. Pensem.
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