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27/01/2012 - 08h00 Comunicar Erro E-Mail Espalhe aos amigos E-Mail
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Morre cachorra atropelada na Rua Jacutinga

Rio Claro
Fabíola Cunha


A cachorra atropelada que aguardou um dia para ser resgatada, na Rua Jacutinga, morreu na tarde de ontem, quinta-feira. Optou-se pela eutanásia, procedimento indolor, devido à gravidade de seu estado de saúde. O atropelamento rompeu a medula por completo; ela tinha anemia e uma infecção em estágio avançado. Mesmo se sobrevivesse à cirurgia na coluna, não voltaria a andar. A informação foi passada pela voluntária que abrigou a cachorra, Carolina Bianco.


Após assistir à reportagem que tratava da falta de transporte e atendimento para o animal, atropelada na quarta-feira, Carolina buscou a cachorra e levou até o Grupo de Apoio e Defesa dos Animais (Gada), na avenida 8, Centro.


Lá foi informada que remédios poderiam ser gratuitos, mas que raio-x e exame de sangue para identificar possíveis doenças, teriam que ser pagos. Além disso, o Gada não ficou com a cachorra, alegando superlotação do canil.


A turismóloga, que preferiu não dar entrevista, não poderia ficar com a cachorra por muito tempo, pois já tem outro cachorro, que não aceitou bem a presença da "visitante". Alguns voluntários se dispuseram a custear a parte do tratamento que não era gratuita.


De temperamento muito dócil e porte pequeno, a cachorra tinha entre 3 e 4 anos, pelagem curta e preta. Carolina providenciou banho em um pet shop na quarta-feira e a levou para os exames no Gada na quinta-feira, quando constatou-se o dano sofrido devido ao acidente e ao abandono.


A história da cachorra é a história de milhares de animais de rua, vítimas da irresponsabilidade da população, que não castra, vacina e cuida dos mesmos para que não fujam. O fato reabre a discussão sobre o que fazer com os animais de rua acidentados ou maltratados e como evitar o aumento da população de cães e gatos, que está em 4 mil animais, segundo veterinário do Gada, André Caperucci.


Caperucci também confirmou à reportagem que não abrigou a cachorra na tarde de quarta-feira, por falta de espaço. Segundo ele, há cerca de 500 cães nos canis da avenida 8 e do Jardim Novo I, sob responsabilidade do Gada, que não dispõe de gatil.


A subvenção enviada pela Prefeitura Municipal destina-se à compra de ração para alimentar os animais que já estão no canil, conforme explicado por Caperucci. Já a clínica que funciona na avenida 8, onde a cachorra resgatada por Carolina vai ser tratada, tem preços mais baixos para os tutores que levam seus animais lá e, em casos excepcionais, como esse, oferece as medicações e alguns itens gratuitamente.


Atualizada 8h45 desta sexta-feira
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